terça-feira, 7 de julho de 2015

Afinal, como utilizar a Regra dos terços?

A geometria aparece com grande freqüência no mundo das artes, assim como podemos observá-la na própria natureza ou seja, idéias matemáticas estão por trás de belas pinturas, esculturas tapetes, mosaicos, etc.

“Para que um todo dividido em duas partes desiguais pareça belo do ponto de vista da forma, deve apresentar a parte menor e a maior a mesma relação que entre esta e o todo."

O Retângulo de Ouro, construído a partir do Número de Ouro, é considerado a mais estética das formas retangulares e é utilizado pelo homem desde a antiguidade. Este número de ouro, há muito identificado pelos matemáticos,corresponde a 1,618. A excelência dos desenhos de Leonardo da Vinci revela os seus conhecimentos matemáticos bem como a utilização da razão áurea como garante de uma perfeição, beleza e harmonia únicas.


Entendendo melhor:
Se desenharmos um retângulo cujo lado maior dividido pelo menor nos der como resultado o número 1,618, teremos um retângulo de ouro, um ideal de plasticidade. Aplicando esta divisão em nossas telas, teremos áreas de forte apelo visual que devemos explorar com o foco de interesse do nosso tema.
Observe na animação como funciona: http://www.defatima.com.br/saladeaula/dicaouro1.htm


A força visual de um elemento plástico será mais intensa quando este esteja situado em alguns dos pontos de intersecção das chamadas linhas de terços. Veja:

Para saber mais: http://www.defatima.com.br/saladeaula/indexnovo17.htm
Dúvidas?
Não se acanhe:
fatelier@defatima.com.br

segunda-feira, 6 de julho de 2015

A Maquete Física

As maquetes eletrônicas oferecem de maneira prática e rápida representações muito realistas porém as maquetes físicas continuam sendo importante ferramenta na comunicação de arquitetos e construtores.






A maquete é a expressão física dos projetos e conceitos dos arquitetos, devendo ser o mais fiel possível à realidade imaginada pelo profissional, dentro da escala definida. Contudo, há o sério problema da pouca disponibilidade de materiais que representem adequadamente os materiais de construção civil, principalmente de revestimento, quanto a cores, texturas etc., obrigando muitas vezes a improvisações insatisfatórias.


A quantidade de detalhes, o tipo de material utilizado e as dimensões de trabalho serão escolhidos de acordo com o objetivo ou finalidade da maquete. Maquetes para apresentações profissionais ou exposições comemorativas são normalmente feitas com material mais durável e de melhor qualidade e impacto visual, com o máximo de detalhamento a fim de que se aproximem o mais possível do real. Já as maquetes de estudo são feitas com materiais mais fáceis de manusear, e , em geral, mais baratos.


A maquete em si nada mais é que a concretização imediata da nossa concepção espacial, por meio de elementos – corpos, superfícies e hastes.
CORPOS

SUPERFÍCIES

HASTES

E tudo isto pode ser muito simples!


Para maiores detalhes, consulte-nos sobre o CURSO ONLINE DE PRODUÇÃO DE MAQUETES:
fatelier@defatima.com.br
61 33276627
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Oferecemos atendimento diferenciado para estudantes do curso de Arquitetura.





terça-feira, 30 de junho de 2015

O Desenho do Retrato - Um diálogo íntimo.

Relembrando Matisse:
"O estudo do retrato parece hoje esquecido. É, todavia, uma fonte de interesse inesgotável para quem é dotado ou sente simplesmente curiosidade por ele.
Talvez se pudesse dizer que o retrato fotográfico é suficiente. Para a antropometria, sim, mas para o artista à procura do caráter profundo de um rosto, tudo se passa de outro modo: o registro dos traços do modelo revela sentimentos desconhecidos muitas vezes para o próprio feiticeiro que os criou. Se houvesse razões para isso, seria quase necessária a análise de um fisionomista para tentar traduzi-los em linguagem clara, pois eles sintetizam e contêm muitas coisas de que o próprio pintor não suspeita a princípio."
 A expressão artística através do desenho como forma de exteriorizar e comunicar, atravessa toda a história do homem  em todas as culturas. O fascínio que sentimos perante obras artísticas como um desenho rupestre, gótico, renascentista ou contemporâneo, faz-nos pensar acerca do que estará no cerne destas obras para provocarem tal efeito. Diz-se que só o homem possui este fascínio e capacidade de admiração perante os fenômenos e fatos estéticos e que, portanto os "persegue", procurando exprimir-se através da arte.


 Certos analistas da arte referem o desenho como base das artes visuais mas eu preferiria usar a definição de Marel Toschi   e conceituar o desenho como “um diálogo íntimo, revelador de que a construção da linha flui entre incontáveis sins e nãos na mente de quem desenha.” 


 Desenhar é, antes de tudo, na prática, esboçar ou registrar uma idéia apenas com lápis e papel. Idéia esta que, uma vez registrada, será  uma útil  ferramenta na comunicação entre pessoas. Inclusive entre aquelas de diferentes lugares, origens e valores. O desenho estimula o diálogo.


 Para muitas pessoas o processo de desenhar parece misterioso e algo além da compreensão humana. Na verdade não é bem assim. A capacidade de desenhar é algo que pode ser aprendido por qualquer pessoa normal, dotada de visão e coordenação motora mediana, com habilidade suficiente para enfiar uma agulha de costura ou atirar uma bola à distância. É com a mão que fazemos os gestos de desenhar. Os instrumentos surgem como objetos que constituem o prolongamento das mãos, materializando visualmente o pensamento.

Se você pode escrever, desenhar letras, então pode desenhar.


 Vamos? Lápis e papel na mão!

Confira meu vídeo para aprender a desenhar um olho:
https://www.youtube.com/watch?v=ffaHGM3R7VM

Se desejar um comentário sobre o seu desenho, me envie por e-mail: