segunda-feira, 11 de março de 2013

Aptidão específica???



Mas o que é isto?

Reação normal de um jovem que acabou de escolher uma profissão como Estilismo, Arquitetura, Música ou Teatro.

Várias Universidades do país ainda recorrem à prova de Aptidão Específica para avaliar a capacidade dos seus iniciantes nas diversas áreas ligadas à arte.

Pois bem, chama-se prova de aptidão específica, habilidade específica ou simplesmente THE, à avaliação de noções práticas e teóricas sobre a área do curso que o aluno pretende fazer. Tida como um dos itens mais importantes na classificação e desempate dos vestibulandos trata-se de uma avaliação que pré-qualifica o candidato aos cursos relacionados à arte.


No caso mais específico das artes visuais isto acontece através do DESENHO DE OBSERVAÇÃO e criação sondando os conhecimentos do aluno sobre os fundamentos da comunicação e expressão que tem como suporte o papel.

Sabemos que tanto a forma como o que se avalia, deve ser cuidadosamente estudado para a concretização de qualquer projeto educacional e não poderia ser diferente em se tratando de um mundo tão subjetivo como o das artes.

O vestibular inegavelmente é uma barreira ao acesso à Universidade e, como tal, fator de desarticulação à continuidade dos estudos. Sua estrutura atual persiste discutível, e a seleção resultante questionável.

Conhecemos os graves efeitos sobre o segundo grau e a discriminação social nele embutida é ostensiva e tanto maior nestes casos das provas de aptidão específica, onde se deseja que o aluno prove a sua iniciação artística que envolve sensibilidade estética, muito mais através de um “treinamento” da sua habilidade do que através do seu talento real.

Mas, enquanto algumas Universidades já abandonaram este critério de seleção em seus cursos de Artes, outras continuam a empregar provas cujos critérios de avaliação normalmente são:

• Proporção e perspectiva;

• Volume e textura;

• Organização espacial.

 
Não seria papel da Instituição iniciar os seus alunos nestas práticas tão características destas profissões?

Mais valeria obter informação sobre a capacidade de aprender do candidato aos estudos superiores do que testá-lo numa prova onde o aluno precisará ter previamente um entendimento da arte como um conjunto.Noções estas, que necessariamente precisam ser aprendidas.

Polêmicas à parte, a prova existe e o aluno precisa se preparar.
Não é necessário ser um desenhista profissional nem um artista de renome, no entanto o pretendente dentro do campo de artes visuais tem que estar preparado para expressar graficamente o seu pensamento, através de formas, volumes, composições de sólidos, representação de objetos e elementos da paisagem urbana.

Se você pretende cursar uma Universidade nestas áreas e ainda tem dúvidas sobre o processo seletivo da Aptidão Específica, entre em contato conosco -
Queremos ver você de cara pintada!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

 

Em um dos seus brilhantes artigos, José Manuel Moran  explica com clareza o fato de que quando olhamos para nossa experiência em sala de aula, um bom curso é aquele que nos empolga, que nos surpreende, que nos faz pensar, que nos envolve ativamente, que traz contribuições significativas e que nos põe em contato com pessoas, experiências e idéias interessantes.”

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

É possível resgatar nossa caligrafia?


" O homem tem procurado se comunicar com seu semelhante desde as mais remotas eras, seja por uma necessidade de sobrevivência, seja para responder às questões do espírito e não se sentir só no universo, e até por uma necessidade de auto realização.

Por volta de 6.000 A.C., aparecem as representações de idéias, abstrações, tentativas de explicar o pensamento humano, incidentes e atividades do cotidiano: a vida, a morte, a guerra, o amor.

A essas representações os historiadores chamaram ideogramas.
 
A esta forma de escrita segue-se outra, chamada pictográfica, de representação mais objetiva: são objetos, animais, figuras humanas, o mundo exterior, apresentados da maneira como eram vistos pelos nossos antepassados."


E hoje - na época dos teclados - como escrevemos?